Ano novo! Vida nova! Formato da coluna novo! É isso aí, meus caros leitores! A partir de hoje vamos retomar nosso espaço astronômico com uma coluna totalmente reformulada! Como costumo fazer todo início de ano, sempre gosto de inovar e apresentar aos meus fiéis internautas uma novidade nesse espaço! E a partir de agora, nossa coluna astronômica ganha um novo formato, com textos mais leves, direcionados a um assunto somente e de fácil compreensão! Hoje vamos falar sobre o que está se destacando atualmente no mundo espacial: as explosões solares.
A Nasa (agência espacial norte-americana) previu alguns anos atrás a ocorrência de uma intensa tempestade solar em 2012. Segundo as estimativas da NCAR (Centro Nacional de Investigações Atmosféricas), ela seria 30% a 50% mais forte que a anterior e também a maior dos últimos 50 anos. A tormenta solar não tem, porém, a capacidade de destruir fisicamente a Terra e tampouco as pessoas comuns precisam se precaver contra o fenômeno. Há sites na internet que chegam ao ponto de indicar guias de sobrevivência para a tormenta solar! O calor que é emitido nas tempestades solares não chega a Terra, mas a radiação eletromagnética e as partículas energizadas podem afetar temporariamente as comunicações, como os GPS e os telefones celulares. As explosões solares podem interromper a transferência de dados através de dispositivos eletrônicos e isso também poderia causar apagões tão grandes como as que ocorreram na Suécia, Dinamarca e Itália, em 2003. O que nós humanos percebemos, ou melhor, vemos deste fenômeno são as famosas auroras boreais (no caso as que ocorrem no hemisfério norte) e as austrais (visíveis somente no hemisfério sul).
A intensificação da atividade solar surge em ciclos com cerca de 11 anos de duração, após longos períodos de calmaria do Sol. Duram por aproximadamente 1 ou 2 horas, mas seu impacto pode durar cerca de um ou dois dias. A última tempestade solar de grande proporção foi a de 1958. Segundo os cientistas, a energia liberada a partir de um “flare” (labareda, em tradução literal) é igual a 100 milhões de bombas de hidrogênio.
Os cientistas dizem que a superfície do sol está constantemente instável devido às suas desiguais rotações magnéticas. De acordo com o site Spaceweather.com, às primeiras horas da madrugada de 23 de Janeiro (03h59min TU), a sonda SDO (Solar Dynamics Observatory) da NASA detectou um violento flash ultravioleta gerado por uma erupção solar. Foi um dos primeiros do ano! E o Sol continua a dar amostras de sua fúria enquanto caminha para o pico de seu ciclo de atividade, previsto somente para o ano que vem. No início da noite da sexta-feira, dia 27 de janeiro passado, a estrela disparou a maior ejeção de massa coronal (CME) deste ano, até agora! Classificada como do tipo X, o mais forte, e magnitude 1,8, ela lançou material no espaço a uma velocidade de mais de 2,4 mil km/h. E vem muito mais por ai! Pena que vivemos em uma região do planeta onde não vemos as auroras austrais!
Eventos astronômicos para o mês de fevereiro: planeta Mercúrio, visível antes do Sol nascer, na constelação do Sagitário. Vênus, visível no céu vespertino, na constelação do Aquário. Marte está sendo visível no céu matutino na constelação de Virgem. Júpiter, visível ao anoitecer depois do pôr-do-sol na constelação de Áries e Saturno, visível no céu matutino, na constelação de Virgem.
Fases da Lua:
Lua Cheia – dia 07 – ás 21h:53min.
Lua Minguante – dia 14 – ás 17h:03min.
Lua Nova – dia 21 – ás 22h:34min.
E quem tiver alguma dúvida, crítica ou sugestão a fazer, basta entrar em contato comigo através do e-mail
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que atenderei com o maior prazer! Fonte: Internet – noticias da ultima hora.
Felipe Rasmussen Consolim – Astrônomo Amador